Como escolher um protetor solar (e proteger-se do sol)

A praia está a começar e não há quem resista. No entanto, na hora de se bronzear não se esqueça do protetor solar. Nós explicamos porque deve optar pelos biológicos.

Está quente. O sol brilha. E Portugal tem as praias mais deliciosas a chamar por si. Agora, depois de ter passado o ano a treinar, nada como vestir um biquíni e ir testar a temperatura da água. E que interessa se estiver fria? Seja Arrábida, Tavira ou Moledo, o que interessa é ficar com uma pele bronzeada. Certo? Não. O que interessa é ficar com uma pele saudável e protegida. Não se esqueça que se expõe aos raios ultravioleta (UV) não só quando apanha sol na praia, mas também quando pratica um desporto ao ar livre, quando faz jardinagem ou faz uma caminhada (o trajeto de casa para o trabalho também conta!). Por isso mesmo, o protetor solar é o seu melhor amigo.

Qual a grande diferença entre um protetor solar comum e um bio?

A grande diferença entre um protetor solar comum e um bio, é que o comum contém substâncias químicas, mesmo sendo um protetor físico ou mineral, que acabam por penetrar no organismo tendo diversas implicações na saúde. Enquanto um protetor biológico não contém nenhuma destas substâncias, sendo por isso muito seguro, protege com maior eficácia e ainda é mais hidratante para a pele.

Os testes de proteção solar são universais para todos os protetores solares na União Europeia. Não existem substâncias químicas que reajam com a radiação solar permitidas pelas associações que certificam a cosmética biológica. “São apenas permitidas substâncias naturais que reagem com os raios solares para os neutralizarem, nomeadamente o óleo de karanja. Ou então a proteção é fornecida pelos protetores solares físicos que contêm barreiras UVA e UVB feitas por minerais como o dióxido de titânio ou o óxido de zinco, nunca na forma de nano partículas (agora aprovadas e permitidas na União Europeia)”, afirma Cátia Curica, fundadora Organii. Os protetores biológicos são de segurança máxima e extremamente eficazes, podendo ser usados em bebés, idosos, pessoas com doenças de pele, imunodeprimidos ou casos de cancro. E ainda são uma mais valia para o planeta porque são os únicos completamente biodegradáveis e compatíveis com toda a flora e fauna marinha.

Três produtos solares, três objetivos

Criada em 2006, a marca francesa Acorelle  produz cosméticos naturais, que respeitam o organismo e o ambiente. Nenhum produto contém ingredientes derivados do petróleo e são certificados pela Ecocert. Este ano apresenta três novidades que prometem tornar os seus dias de praia (e o seu bronzeado) mais agradáveis, sem nunca descurar a proteção.

1 – Rosto

Protetor solar para rosto SPF 50 (100ml/ 19€)

Protetor solar de rosto e corpo SPF 50 com proteção solar elevada. É um protetor mineral à base de dióxido de titânio, resistente à água e de amplo espetro contra os raios UVA e UVB. Contém uma molécula patenteada Api OléoActif à base de pólen e propólis que previne o envelhecimento prematuro da pele. A sua textura fluida torna o spray fácil de espalhar pela pele não ficando a mesma com aspeto branco. Sem perfume. Recomendado para pessoas com pele sensível e também para crianças acima dos 3 anos.

2 – Cabelo

Protective Hair Mist (100 ml / 18€)

Protetor de cabelo rico em óleos de laranja e de buruti formando uma barreira contra os raios ultravioleta, o sal e o cloro da água. Contém antioxidantes e extracto de alcachofra prevenindo os danos da fibra do cabelo provocados pelas agressões externas (raios UV, poluição, secura, vento). Contém aminoácidos do milho e do arroz que mantém o cabelo sedoso, volumoso e hidratado mesmo quando exposto ao sol, mar e vento. A coloração é também preservada. Contém uma fragrância suave e não foto sensível.

3 – Óleo

Beach Oil (100ml / 28,50€)

Um óleo de praia com óleo de laranja tradicionalmente utilizado para absorver os raios ultravioleta. Rico em antioxidantes evitando o envelhecimento prematuro da pele, é completamente absorvido e o seu aroma deixa uma sensação de verão na pele. Fórmula 100% natural sem filtros minerais, resistente à água e completamente biodegradável.

As regras básicas

Já todos sabemos as regras para “apanhar um sol saudável”. Mas não custa nada relembrar que é preciso. Se tiver dúvidas pode consultar o site da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo.

  1. Evitar a exposição solar entre o 12h e as 16h (hora mais prejudicial segundo a Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo). Use roupa, chapéu e óculos de sol de forma a proteger-se mais da radiação solar.
  2. Escolha roupa e chapéus que protejam dos raios UVA e UVB. Coloque protetor solar como proteção complementar e reaplique com frequência (máximo de 2 em 2 horas) de forma a manter a proteção ou sempre que transpira ou nada.
  3. Estar à sombra também é uma forma de proteção, mas atenção com a luz refletida. A luz do sol reflete na areia e atinge a pele, mesmo na sombra. E por isso as outras medidas de proteção devem ser mantidas.
  4. Não exponha crianças muito pequenas diretamente ao sol.
  5. Manter o mesmo nível de proteção nos dias nublados já que pelas nuvens atravessam 40 a 60% das radiações.

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